segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009
Milow - Ayo Technology
Publicada por
Pitux
A música que o Pedro cantava e que estava a dar no rádio do stand quando fui comprar o meu carro.
She work it girl, she work the pole
She break it down, she take it low
She fine as hell, she about the dough
She doing her thing out on the floor
Her money money, she makin
Look at the way she shakin
Make you want to touch it, make you want to taste it
Have you lustin' for her, go crazy face it
She's so much more than you're used to
She know's just how to move to seduce you
She gone do the right thing and touch the right spot
Dance in you're lap till you're ready to pop
She always ready, when you want it she want it
Like a nympho, the info, I show you where to meet her
On the late night, till daylight the club jumpin'
If you want a good time, she gone give you what you
Want
(Refrão)
Baby you're so new age, you like my new craze
Let's get together maybe we can start a new phase
The smokes got the club all hazy, spotlights don't do
You justice baby
Why don't you come over here, you got me saying
Aayooh
I'm tired using technology, why don't you sit down
on top of me?
Aayooh
I'm tired using technology, I need you right in
Front ... of me
In her fantasy, there's plain to see
Just how it be, on me, backstrokin', sweat soaking
All into my set sheets
When she ready to ride, I'm ready to roll
I'll be in this bitch till the club close
What should I do, one thing on all fours
Now that that shit should be against the law
Different style, different move, damn I like the way you move
Girl you got me thinking about, all the things I do to you
Let's get it poppin' shorty we can switch positions
From the couch to the counters in my kitchen
Baby it's a new age, you're like my new craze
Let's get together maybe we can start a new phase
The smokes got the club all hazy, spotlights don't do you justice baby
Why don't you come over here, you got me saying
Aayooh
I'm tired of using technology, why don't you sit down on top of me
Aayooh
I'm tired of using technology, I need you right in front of me
(2x) Ooh, she wants it, uh uh, she wants it
Ooh, she wants it, uh uh (soo), I got to give it to her
Baby it's a new age, you're like my new craze
Let's get together maybe we can start a new phase
The smokes got the club all hazy, spotlights don't do you justice baby
Why don't you come over here, you got me saying
Aayooh
I'm tired of using technology, why don't you sit down on top of me
Aayooh
I'm tired of using technology, I need you right in front of me
domingo, 20 de Dezembro de 2009
sábado, 19 de Dezembro de 2009
O Principezinho
Publicada por
Isabel Maia
Autor: Antoine de Saint-Exupéry
Ano: 1987
Ano: 1987
O Principezinho era um menino que vivia num planeta, o Asteróide B612, e que caiu no planeta Terra. Isto aconteceu porque o menino queria arranjar uma ocupação e instruir-se, decidindo então visitar outros asteróides. Depois de uma longa viagem, o menino foi parar ao deserto do Saara, onde o escritor desta história se encontrava perdido após o motor do seu avião se ter avariado.
Já perdi a conta da quantidade de vezes que reli este pequeno livro. Acho que para todos os que o leram, esta obra teve uma magia e um encanto especial. As pequenas "lições" que o livro nos deixa, durante a história, faz-nos reflectir um pouco sobre o modo como nos ligamos às pessoas e a importância de fazermos de cada pessoa que nos rodeia única, tal como a rosa do Principezinho.
Excerto:
Já perdi a conta da quantidade de vezes que reli este pequeno livro. Acho que para todos os que o leram, esta obra teve uma magia e um encanto especial. As pequenas "lições" que o livro nos deixa, durante a história, faz-nos reflectir um pouco sobre o modo como nos ligamos às pessoas e a importância de fazermos de cada pessoa que nos rodeia única, tal como a rosa do Principezinho.
Excerto:
"Ora vê: por enquanto, para mim, tu não és senão um rapazinho perfeitamente igual a outros cem mil rapazinhos. E eu não preciso de ti. E tu também não precisas de mim. Por enquanto, para ti, eu não sou senão uma raposa igual a outras cem mil raposas. Mas, se tu me prenderes a ti, passamos a precisar um do outro. Passas a ser único no mundo para mim. E, para ti, eu também passo a ser única no mundo..."
quinta-feira, 17 de Dezembro de 2009
O Velho de Lia Romances de Amor
Publicada por
Isabel Maia
Autor: Luis Sepúlveda
Ano: 2003
Numa pequena aldeia perdida na selva amazónica, um animal selvagem começa a matar locais e garimpeiros. Graças aos seus conhecimentos da floresta aprendidos com os índios xuar, António Bolívar é chamado para dar caça ao animal e anular o perigo que o mesmo representava.
Sepúlveda tem na sua escrita algo de diferente. Apesar de em algumas passagens, a sua linguagem é mais terra-a-terra, noutras as descrições enchem a narrativa de beleza que só um ambiente exótico consegue transmitir. É sem dúvida um excelente autor que merece ser seguido.
Excerto:
"Lia lentamente, juntando as sílabas, murmurando-as a meia voz como se as saboreasse, e, quando tinha a palavra inteira dominada, repetia-a de uma vez só. Depois fazia o mesmo com a frase inteira, e dessa maneira se apropriava dos sentimentos e ideias plasmados nas páginas."
domingo, 13 de Dezembro de 2009
Os Funerais da Mamã Grande
Publicada por
Isabel Maia
Autor: Gabriel García Marquéz
Ano: 2001
García Marquéz juntou neste livro sete contos e uma novela que dá o título à obra. A Mamã Grande era uma imponente senhora que se dizia reinar sobre Macondo. Quando aos 92 anos se vê às portas da morte, chama os herdeiros e um notário e enumera os seus bens. Sabendo da proximidade da morte da Mamã Grande, acorrem à cidade um enorme séquito de gente, desde vendedores, contrabandistas, feiticeiros, mineiros e camponeses na esperança de fazer negócio. A importância da Mamã Grande era tanta que ao seu funeral assistem o Presidente da República e o Papa.
Cada conto traz ao leitor uma visão diferente do dia-a-dia da aldeia de Macondo. Desde a velha estação dos caminhos de ferro, passando pela igreja e pelo hotel, García Marquéz apresenta-nos alguns dos seus habitantes. Um livro que me agradou pela escrita do autor que transmite sensações através das descrições.
Excerto:
Cada conto traz ao leitor uma visão diferente do dia-a-dia da aldeia de Macondo. Desde a velha estação dos caminhos de ferro, passando pela igreja e pelo hotel, García Marquéz apresenta-nos alguns dos seus habitantes. Um livro que me agradou pela escrita do autor que transmite sensações através das descrições.
Excerto:
"Ninguém conhecia a origem, nem os limites, nem o valor real do património, mas toda a gente se tinha habituado a crer que a Mamã Grande era dona das águas correntes e paradas, chovidas e por chover, e dos caminhos municipais, das estações do telégrafo, dos anos bissextos e do calor, e que tinha além disso um direito herdado sobre vidas e fazendas. Quando se sentava a tomar o fresco da tarde na varanda de sua casa, com todo o peso das suas vísceras e da sua autoridade amassado na sua velha cadeira de baloiço de cipó, parecia na verdade infinitamente rica e poderosa, a matrona mais rica e poderosa do mundo."
sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009
Como Água para Chocolate
Publicada por
Isabel Maia
Autor: Laura Esquivel
Ano: 2009
Numa pequena aldeia mexicana mora a família De la Garza composta apenas por mulheres, a Mamã Elena, Rosaura, a filha mais velha, Gertrudis, a do meio, e Tita, a mais nova. Tita cresceu dentro do universo da cozinha na companhia da velha cozinheira da casa Nacha e da empregada Chencha. Um dia Pedro Muzquiz vai ao rancho de Mamã Elena no sentido de pedir a mão de Tita em casamento. Tal pedido é-lhe negado pois segundo a tradição, a filha mais nova de qualquer família não poderia casar pois cabia-lhe olhar pela mãe até ao dia em que esta morresse. É lhe, então, oferecido Rosaura em casamento, ao que Pedro aceita, para poder estar mais próximo de Tita. Ao longo dos meses, os pratos feitos por Tita serviam como um modo de comunicação entre ambos.
Este foi um livro algo bizarro de ler. O paralelismo que existe entre momentos da vida e a comida chega a roçar o nonsense, como é o caso da passagem das codornizes. Por outro lado, todo o ambiente da preparação da comida confere à história uma magia e um manancial de sensações que só os sabores mais exóticos conseguem dar. Confesso que fiquei um pouco desapontada com o final do livro, foi um desfecho demasiado incongruente com tudo aquilo por que passaram Pedro e Tita. Uma última palavra para a tradutora Cristina Rodríguez que através do glossário no final do livro, elucidou os leitores sobre diversos elementos culinários culturalmente específicos da cultura mexicana.
Excerto:
"A minha avó tinha uma teoria muito interessante, dizia que embora todos nasçamos com uma caixa de fósforos no nosso interior, não os podemos acender sozinhos, precisamos, como na experiência, de oxigénio e da ajuda de uma vela. Só que neste caso o oxigénio tem de vir, por exemplo, do hálito da pessoa amada; a vela pode ser qualquer tipo de alimento, música, carícia, palavra ou som que faça disparar o detonador e assim acender um dos fósforos."quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009
Travis - Why Does It Always Rain On Me
Publicada por
Pitux
Os Travis são um dos meus grupos de música preferidos. E esta música tem tudo a ver comigo nesta altura. É mesmo assim que me sinto actualmente, a perguntar "Why Does It Always Rain On Me". No fundo é tudo uma questão de perspectivas.
E aqui a letra:
I can't sleep tonight
Everybody saying everything's alright
Still I can't close my eyes
I'm seeing a tunnel at the end of all these lights
Sunny days
Where have you gone?
I get the strangest feeling you belong.
Why does it always rain on me?
Is it because I lied when I was seventeen?
Why does it always rain on me?
Even when the sun is shining
I can't avoid the lightning
I can't stand myself
I'm being held up by invisible men
Still life on a shelf when
I got my mind on something else
Sunny days
Where have you gone?
I get the strangest feeling you belong.
Why does it always rain on me?
Is it because I lied when I was seventeen?
Why does it always rain on me?
Even when the sun is shining
I can't avoid the lightning
Oh, where did the blue skies go?
And why is it raining so?
It's so cold
I can't sleep tonight
Everybody saying everything's alright
Still I can't close my eyes
I'm seeing a tunnel at the end of all these lights
Sunny days
Where have you gone?
I get the strangest feeling you belong.
Why does it always rain on me?
Is it because I lied when I was seventeen?
Why does it always rain on me?
Even when the sun is shining
I can't avoid the lightning
Oh, where did the blue skies go?
And why is it raining so?
It's so cold
Why does it always rain on me?
Why does it always rain...
segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009
Battle for Terra
Publicada por
Pitux

Nome em português: Em defesa da Terra
Ano: 2007
Realizador: Aristomenis Tsirbas
Acho esquisito como é que eu vi a ante-estreia deste filme este ano (2009) e no site do imdb dizer que este ano é de 2007. Não se percebe. O trailer em baixo está em inglês mas eu vi na versão portuguesa (por isso estavam imensas crianças na ante-estreia). E vi na versão 3D; não acho piada nenhuma. Aliás, não gostei muito do filme.
"Depois da Terra ter sido destruída, a última esperança para a sobrevivência da Humanidade reside na batalha pelo controle de um planeta distante, contra uma raça avançada de aliens. Quando os pacíficos habitantes do belo planeta Terra são atacados pelos últimos sobreviventes da humanidade, à deriva numa velha nave especial, estão criadas as condições para uma terrível batalha entre as duas raças, pelo controle do planeta. Mas poderá uma inesperada amizade entre uma bela e jovem rebelde Terrena e um piloto humano ferido convencer de alguma forma os seus líderes de que a guerra não é a solução?"
domingo, 6 de Dezembro de 2009
A Conspiração contra a América
Publicada por
Isabel Maia
Autor: Philip Roth
Ano: 2009
Partindo das suas vivências de infância na cidade de Newark, estado de New Jersey, Philip Roth faz um exercício de suposição, tentando imaginar que consequências traria para os Estados Unidos da América o facto de um político com conhecida simpatia pelo regime nazi de Adolf Hitler, Charles Lindbergh, chegasse a presidente. Toda a narrativa é passada em dois planos, um mais macro (a conjuntura política marcada pelo crescente movimento anti-semita) e outro mais micro (voltado para as vivências pessoais dos vários elementos da família Roth).
A Segunda Guerra Mundial é um tema recorrente nos programas escolares onde é apenas retratado o lado mais dinâmico do conflito, nomeadamente os diversos conflitos entre tropas do Eixo e dos Aliados. Nesta obra Roth traz-nos uma visão mais distanciada do conflito. A escrita do autor é muito interessante, embora se perca em pormenores demasiado rebuscados. Uma ultima palavra para o trabalho de Fernanda Pinto Rodrigues, a tradutora, que fez um bom trabalho, apesar das falhas de revisão detectadas, fornecendo aos leitores diversas notas de tradução que explicam elementos culturalmente específicos da realidade americana e judaíca. Mais um autor que merece ser seguido.
Excerto:
"Nunca a tinha visto tão exausta - não completamente esgotada como Mrs. Wishnow, mas nada que se parecesse com a mãe incansável e repleta de contentamento que costumava viver cheia de vida dentro da sua pele, no tempo em que as suas preocupações eram apenas as de poder sustentar a família com os menos de cinquenta dólares que o marido trazia semanalmente para casa. Um emprego no centro da cidade, uma casa para governar, uma irmã tempestuosa, um marido determinado, um filho de catorze anos teimoso e outro, de nove anos, apreensivo - mas nem a enxurrada simultânea de todas estas preocupações, com todas estas severas exigências, teriam de ser excessivamente esmagadoras para uma mulher tão desembaraçada e expedita se não houvesse, também Lindbergh."
sábado, 5 de Dezembro de 2009
Jingle Bells - Diana Krall
Publicada por
Isabel Maia
Álbum: Christmas Songs
Ano: 2005
Mais uma canção natalícia, desta vez pela voz da Rainha do Jazz. Gosto muito desta versão com sonoridades do jazz, é diferente, mais ritmada.
terça-feira, 1 de Dezembro de 2009
White Christmas - Andrea Bocelli
Publicada por
Isabel Maia
Álbum: My Christmas
Ano: 2009
Entrando um pouco no espírito natalício, hoje trago esta música do tenor italiano. Gosto especialmente desta música de Natal, mas na voz de Andrea... É aquela coisa, até arrepia a espinha.
domingo, 29 de Novembro de 2009
Persuasion
Publicada por
Pitux

Ano: 1995
Realizador: Roger Michell
Principais actores: Amanda Root (como Anne Elliot) e Ciarán Hinds (como Captain Frederick Wentworth)
Achei este filme muito semelhante à série que vi de "Orgulho e Preconceito", talvez porque o filme e a série foram baseados em duas obras de Jane Austen e esta escritora escreva tudo muito igual. O:) Portanto, não sei dizer se gostei ou desgostei.
O assunto era interessante e fala de "um amor perdido mas nunca esquecido". Não me revi na personagem principal mas pensei noutras pessoas.
"A história de um amor que resistiu a oito anos de dormência e aos frustrantes obstáculos dos preconceitos de classe, na Inglaterra do século XIX. Anne fica cativada quando conhece o Capitão Wentworth, um digno oficial da Marinha, mas é aconselhada a desencorajar os seus avanços românticos devido a não ter fortuna pessoal. Voltam a encontrar-se oito anos mais tarde, mas agora o Capitão Wentworth tornou-se um homem rico, enquanto o pai de Anne se encontra em circunstâncias difíceis devido a uma série de impensadas extravagâncias. Mas uma série de outras circunstâncias impedem Anne e Wentworth de expressarem a sua mútua e inevitável paixão."
quinta-feira, 26 de Novembro de 2009
A Malinche
Publicada por
Isabel Maia
Autor: Laura EsquivelAno: 2009
Malinalli é uma jovem asteca que foi oferecida como escrava pela própria mãe, após esta ter casado pela segunda vez, a comerciantes. Foi vendida aos maias e em algum tempo aprendeu o seu idioma. Quando Cortés chegou ao México, foi novamente oferecida como escrava, junto com mais 19 meninas, aos espanhóis como presente. Cortés já contava com um tradutor do idioma maia, o padre espanhol Jeronimo de Aguilar, mas os astecas e a maioria dos índios não maias falavam nahuatl. Como Malinalli falava tanto maia quanto nahuatl, esta pode servir de intérprete do próprio Jeronimo nos primeiros encontros com os emissários de Montezuma. Convertida ao Cristianismo e batizada como Marina, rapidamente aprendeu o castelhano e tornou-se "a língua" de Cortés, por quem se apaixonou e mais tarde se tornou amante, chegando a ter um filho dele. O talento para a negociação era uma característica marcante de Marina, que ajudou os espanhóis na tentativa de, no início, estabelecer relações amigáveis com o império Asteca e a conquistar aliados entre outros povos indígenas tributados pelos próprios astecas, como os cempolanos. Como a Conquista seria inevitável, o papel de Marina foi mais o de acelerar e, de certa forma, até suavizá-la, evitando que ainda mais vidas fossem perdidas.
Foram vários os aspectos que me agradaram neste livro. O primeiro foi a sua componente histórica, pois permitiu-me ter uma visão diferente destas civilizações daquela que estudei. O segundo foi alguns momentos do texto, nomeadamente os sábios conselhos da avó de Malinalli. O terceiro foi o bom trabalho da tradutora Helena Pitta, com as diversas notas de tradução que explicam elementos culturalmente específicos destas civilizações. O quarto e último são as ilustrações, feitas originalmente por Jordi Castells, sobrinho da autora, que representam o códice pessoal de Malinalli.
Excerto:
"- Eu vejo o que está atrás das coisas. Não posso ver a tua cara, mas sei que és bonita; não posso ver o teu aspecto, mas posso conhecer a tua alma. Nunca vi os teus códices, mas vi-os através das tuas palavras. Posso ver todas as coisas em que acredito. Posso ver a razão de estarmos aqui e para onde iremos quando deixarmos de brincar."
Foram vários os aspectos que me agradaram neste livro. O primeiro foi a sua componente histórica, pois permitiu-me ter uma visão diferente destas civilizações daquela que estudei. O segundo foi alguns momentos do texto, nomeadamente os sábios conselhos da avó de Malinalli. O terceiro foi o bom trabalho da tradutora Helena Pitta, com as diversas notas de tradução que explicam elementos culturalmente específicos destas civilizações. O quarto e último são as ilustrações, feitas originalmente por Jordi Castells, sobrinho da autora, que representam o códice pessoal de Malinalli.
Excerto:
"- Eu vejo o que está atrás das coisas. Não posso ver a tua cara, mas sei que és bonita; não posso ver o teu aspecto, mas posso conhecer a tua alma. Nunca vi os teus códices, mas vi-os através das tuas palavras. Posso ver todas as coisas em que acredito. Posso ver a razão de estarmos aqui e para onde iremos quando deixarmos de brincar."
terça-feira, 24 de Novembro de 2009
The Informant!
Publicada por
Pitux

Nome em português: O delator
Ano: 2009
Realizador: Steven Soderbergh
Actor principal: Matt Damon (como Mark Whitacre)
Ganhei bilhetes para esta ante-estreia e fui vê-la ao Arrábida. O filme é uma seca, tendo sido o primeiro filme da minha vida em que adormeci numa parte. Dá para ver quão seca ele é. Havia até pessoas a sair a meio do filme. Basicamente, só gostei da companhia que foi comigo. :) :) Um conselho: não vejam o filme.
"Em que estava a pensar Mark Whitacre, uma figura importante dentro da sua empresa, Archer Daniels Midland (ADM) - indústria agrária - que de repente vira delator? Ele pensa que se denunciar ao FBI os acordos ilegais de preços que a sua empresa faz, que será saudado como um herói e terá uma grande promoção. Mas antes de tudo isto poder acontecer o FBI precisa de provas, pelo que Whitacre concorda em levar um gravador escondido na sua pasta, imaginando-se como uma espécie de agente secreto. No entanto, as constantes mudanças de comportamento de Whitacre ameaçam o processo contra a ADM, porque os agentes do FBI começam a não conseguir decifrar o que é real e o que é produto da imaginação de Whitacre."
sábado, 21 de Novembro de 2009
The last kiss
Publicada por
Pitux

Nome em português: O último beijo
Ano: 2006
Realizador: Tony Goldwyn
Principais actores: Zach Braff (como Michael) e Jacinda Barrett (como Jenna)
Gostei bastante deste filme, apesar de nem tudo ser perfeito ou terminar bem. Recomendo! Nas indicações deste filme dizia para não o ver com a sua cara-metade. Deveria ter tomado atenção a esta indicação... :/ E é ao ver filmes como este que me faz acreditar que o amor não existe... ou pelo menos não para sempre.
"Michael está a um mês do seu 30º aniversário e tem tudo o que sempre quis - incluindo a sua namorada de longa data, Jenna. Mas quando ela engravida ele receia que o casamento se torne numa pena perpétua de obrigações e rotinas. Basta olhar para Anna, a mãe de Jenna, uma mulher presa num casamento sem amor, como prova que a liberdade é sinónimo de ser solteiro.
No dia do casamento do seu amigo Mark, Michael é fortemente tentado quando conhece Kim, uma estudante sensual e descontraída que personifica toda a espontaneidade que falta na sua vida.
Entretanto, os amigos dele sofrem com as suas próprias complicações românticas. Chris é pai de um bebé e casado com uma mulher que o isola da sua vida.
O desolado Izzy perdeu a rapariga dos seus sonhos e quer recrutar os seus companheiros para se juntarem a ele numa viagem alucinante para conhecerem o mundo.
Kenny, um sedutor nato, amorosamente divertido que adia definitivamente o amanhã para viver o hoje em aventuras de uma noite.
Apesar dos seus melhores instintos, Michael finalmente tem um encontro ‘fora de horas’ com Kim que passa dos limites com um beijo de despedida inocente. Será que também poderá dar um beijo de despedida ao seu futuro? Quando Jenna descobre a verdade, provoca uma escandalosa e selvagem guerra dos sexos em que cada um está por sua conta."
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